Monteiro: países da Bacia do Pacífico merecem atenção especial no Plano Nacional de Exportações

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A Aliança do Pacífico é prioridade brasileira com certeza, pois tem um excelente mercado. 
  1. Bogotá (22 de julho) – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, afirmou que a Colômbia e os demais países da Aliança do Pacífico são parceiros prioritários do Brasil. Monteiro participa, em Bogotá, do Brasil Tecnológico 2015, evento de promoção comercial conjunta de setores produtivos brasileiros que têm foco no mercado colombiano.
“Consideramos que, assim como os outros países da Aliança do Pacífico, a Colômbia é um parceiro prioritário. O país é a quarta economia da América da Latina e Caribe, está crescendo acima da média da região e com a perspectiva de impulsionar esse rescimento por meio da expansão do consumo das famílias e dos investimentos. Na noite de ontem, em coquetel de boas vindas, Monteiro disse a empresários brasileiros que “os países da Bacia do Pacífico da América do Sul merecem atenção especial no Plano Nacional de Exportações”.

No evento, que contou com a participação do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), David Barioni, além de 50 empresários brasileiros, Monteiro disse estar “trabalhando fortemente para abrir mercados e inserir o Brasil nos principais fluxos de comércio do mundo”.
O objetivo do Brasil Tecnológico 2015, realizado pela Apex-Brasil, é fortalecer a imagem do país como produtor de tecnologias avançadas, criando, assim, mais oportunidades de negócios para empresas brasileiras. A expectativa é gerar US$ 30 milhões em negócios nos dois dias.
“O nosso foco é oferecer oportunidades comerciais e de investimentos para os setores produtivos participantes que se caracterizam pelo seu diferencial tecnológico”, destacou o ministro. “O uso de soluções inovadoras e de novas tecnologias é um fator fundamental para o incremento da produtividade e da competitividade das empresas, sobretudo quando nos defrontamos com uma competição acirrada em escala global” avaliou.
Neste ano, os setores presentes no evento são os de tecnologia da informação, máquinas e equipamentos, farmoquímico, médicos-hospitalar, sucroalcooleiro, defesa e segurança, eletroeletrônicos, plástico e telecomunicações. Na última década, o intercâmbio comercial entre o Brasil e a Colômbia apresentou crescimento. Entre 2005 e 2014, a corrente de comércio bilateral elevou-se em 165%, atingindo no ano passado US$ 4,1 bilhões, sendo que, 73% deste valor foi composto por bens manufaturados.
Em seu discurso, Armando Monteiro citou, ainda, a tendência de expansão dos investimentos bilaterais. “Até 2013, o estoque de investimento brasileiro na Colômbia alcançou US$ 935 milhões, enquanto o estoque de investimento colombiano no Brasil foi de US$ 733 milhões. Há projetos de investimentos em curso nos setores de infraestrutura, serviços de engenharia e aço. Por outro lado, empresas colombianas têm investido no Brasil por meio de aportes de capital nos setores de transporte aéreo e eletricidade”.
Segundo o ministro, essas estatísticas confirmam uma perspectiva de fortalecimento da relação comercial entre Brasil e Colômbia, que pode ser ainda mais estimulada com uma agenda em que os governos e iniciativa privada possam promover um diálogo permanente “Nesse sentido, o objetivo da nossa visita é avançar nas negociações comerciais que permitam ampliar e facilitar o acesso aos mercados dos nossos países”, finalizou.

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