Áustria analisa projeto que prevê “estado de emergência” migratório

A migração deve ser tratada pelas Nações Unidas como o tema principal a ser discutido daqui para frente nos próximos anos. Esse imenso fluxo migratório para a Europa mostrou o quão despreparados esses países estão para receber os refugiados. E tudo indica que muitos irão ainda tentar se estabelecer na Europa. O mundo precisa de políticas migratórias que melhor acolham os refugiados. Que possam estabelecer nova vida, com nono trabalho em outros países com muita dignidade.

O Parlamento austríaco analisa hoje (27) um projeto de lei que prevê a possibilidade de decretar estado de emergência migratório limitando o direito de asilo, num contexto de subida da extrema direita no país que recebeu 90 mil refugiados em 2015.

Elaborado há vários meses, apesar dos protestos de organizações não governamentais e de uma parte da oposição, o texto é um dos mais restritivos da Europa e permitirá em determinadas circunstâncias barrar os migrantes nas fronteiras sem lhes dar a possibilidade de apresentar pedido de asilo.

A nova lei prevê limitar a três anos a atribuição inicial do asilo e restringe o reagrupamento familiar no caso dos beneficiários da proteção subsidiária, nomeadamente os afegãos. “Não podemos acolher toda a miséria do mundo”, explicou o novo ministro do Interior, Wolgang Sobotka, assegurando que o governo não age “por prazer, mas porque outros países não fazem o seu trabalho” em matéria de controle dos migrantes… (AGÊNCIA BRASIL)

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