Balança comercial da primeira semana de abril de 2017

Tanto trabalho a ser feito no Brasil para aumentar os negócios de exportação e importação. Incentivos fiscais, reforma fiscal, desburocratização do sistema. Investimento em infraestrutura, etc.

Impossível não é enumerar tudo que precisa ser feito, atitudes que precisam ser tomadas para ver o Brasil crescer. Mas tem que trabalhar, tem que começar a agir.

Brasília (10 de abril) – Com cinco dias úteis, a primeira semana de abril teve superávit de US$ 1,596 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,688 bilhões e importações de US$ 3,092 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 55,151 bilhões e as importações, US$ 39,137 bilhões, com saldo positivo de US$ 16,014 bilhões.

Nas exportações, se compararmos as médias da primeira semana (US$ 937,7 milhões) com a que foi registrada em abril do ano passado (US$ 768,6 milhões), houve crescimento de 22%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (+32%; por conta de açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, couros e peles), manufaturados (+28,6%; em função de automóveis de passageiros, veículos de carga, hidrocarbonetos e derivados halogenados, açúcar refinado, óxidos e hidróxidos de alumínio) e básicos (+14,9%; influenciadas, principalmente, por soja em grãos, minério de ferro, carne suína, bovinos vivos, tripas e buchos de animais, minério de alumínio).

Em relação a março de 2017, houve crescimento de 7,4%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (+17,5%), manufaturados (+11%) e básicos (+2,1%).

Nas importações, a média diária da primeira semana de abril (US$ 618,5 milhões), ficou 17,7% acima da média de abril de 2016 (US$ 525,5 milhões). Neste comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (+55,7%), borracha e suas obras (+44,7%), equipamentos eletroeletrônicos (+43,7%), plásticos e obras (+32,3%), siderúrgicos (+25,6%). Ana comparação com março último, houve crescimento nas importações de 9,9%, pelos aumentos em combustíveis e lubrificantes (+39,4%), borracha e obras (+30,2%), plásticos e obras (+19,1%), equipamentos eletroeletrônicos (+15,5%), veículos automóveis e partes (+14,5%)… (MDIC)

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