Brasil vai exportar ovos livres de patógenos para o México

Excelente notícia !

O Brasil vai exportar ovos livres de patógenos específicos (Specific Pathogen Free – SPF, na sigla em inglês) para o México. O Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu nesta segunda-feira (16) comunicado do serviço sanitário daquele país, o Servicio Nacional de Sanidad Inocuidad y Calidad Agroalimentaria (Senasica) da aceitação da proposta do Certificado Zoossanitário Internacional (CZI) necessário para início das exportações.

Os ovos SPF são controlados, produzidos em estabelecimentos avícolas registrados e monitorados sanitariamente pelo Mapa, em locais que adotam padrões internacionais de produção e possuem altíssimo nível de biosseguridade. A alta qualidade é necessária já que o produto é matéria-prima indispensável à produção de insumos, de antígenos e de vacinas para animais e humanos. Além disso, os ovos também são utilizados como meio de cultura vivo para pesquisas científicas e diagnóstico de microrganismos responsáveis por ocasionar doenças.

A expectativa de exportação ao México é de 500 mil unidades, já na primeira exportação, sendo a estimativa de consumo anual do país em torno de 1,5 milhão e por isso, o país é considerado mercado estratégico para o setor.

Atualmente, o Brasil é praticamente autossuficiente e produz cerca de 5 milhões de ovos SPF por ano, volume equivalente a 8% da produção mundial. Mas as granjas brasileiras já possuem instalações com capacidade imediata de duplicar a produção… (AGRICULTURA)

Camex reduz Imposto de Importação de juta e ácido tereftálico por desabastecimento interno

Por tempo determinado.

Brasília (18 de outubro) – Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução Camex n°84, que reduz temporariamente o Imposto de Importação de dois produtos, por razões de desabastecimento interno. O ácido tereftálico, utilizado pela indústria na fabricação produtos como garrafas PET, terá a alíquota reduzida de 14% para 2%, com cota de 850 toneladas, por um período de três meses.

A Camex concedeu também redução temporária de 8% para 2% na alíquota para importação de juta,  fibra têxtil vegetal utilizada na indústria de embalagens (sacaria). A redução é válida por 12 meses, dentro de um limite máximo de 7 mil toneladas.

As duas alterações foram feitas com base no que determina a Resolução Grupo Mercado Comum (GMC nº 08/08), que possibilita a redução da alíquota do Imposto de Importação em caso de desabastecimento temporário. (MDIC)

Camex zera Imposto de Importação para 153 máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil

Para incentivar a importação dessas máquinas: investimentos

Brasília (18 de outubro) – Foram publicadas hoje, no Diário Oficial da União (DOU), as Resoluções Camex nº 80 e nº 81 que reduzem de 16% e 14% para zero o Imposto de Importação para bens de informática e telecomunicações e de bens de capital sem produção no Brasil. As reduções tarifárias que entram hoje em vigor, de acordo com o regime de ex-tarifário, são temporárias e as importações sem tarifas podem ser feitas até 30 de junho de 2019, de acordo com o que estabelecem as duas novas Resoluções Camex.

As empresas que solicitaram o benefício à Camex informam que os equipamentos serão utilizados em projetos que representam novos investimentos no valor de US$ 399 milhões. Os principais setores contemplados são os de energia – geração, transmissão e distribuição (39,2%), ferroviário (20,7%) e de serviços (9,4%). Entre os principais projetos beneficiados estão a instalação de uma rede de transmissão de alta tensão e a modernização de uma planta para aumento da capacidade de produção de energia elétrica.

O que são ex-tarifários

O regime de ex-tarifário consiste na redução temporária da alíquota do Imposto de Importação de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT), assim grafados na Tarifa Externa Comum do Mercosul (TEC), quando não houver a produção nacional equivalente. Ou seja, representa uma redução no custo do investimento e produz um efeito multiplicador de emprego e renda sobre segmentos diferenciados da economia nacional. (MDIC)

Brasil suspende importação de leite do Uruguai

Para proteger os produtores brasileiros

Brasil decidiu suspender as licenças de importação de leite do Uruguai, conforme anúncio feito hoje (10) pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, depois de reunir-se na Câmara dos Deputados com integrantes da Frente Parlamentar do Agronegócio.

Segundo o ministro, a decisão ainda será comunicada oficialmente e o Brasil enviará uma missão técnica ao Uruguai. No entanto, medidas administrativas legais estão sendo adotadas imediatamente.

Maggi disse ainda que já havia conversado sobre o assunto com o ministro uruguaio da Agricultura, Tabaré Aguerre. Além disso, o Brasil já havia defendido a negociação de cotas de importação para atender a necessidade do mercado brasileiro.

Segundo o ministro, há a possibilidade inclusive de suspender a importação de leite do Mercosul – bloco econômico formado por Argentina, Brasil, Uruguai, Paraguai e Venezuela.

Leite uruguaio

Mais barato, o leite uruguaio, de acordo com Maggi, tem contribuído para a crise no setor no Brasil e a situação está se transformando em quase insuportável para o produtor local, em função dos custos que inviabilizam competir com o produto do país vizinho… (AGÊNCIA BRASIL)

 

Balança comercial da primeira semana de outubro de 2017

Os números precisam subir e muito ainda

Brasília (9 de outubro) – Com exportações no valor de US$ 5,059 bilhões e importações de US$ 3,157 bilhões, a primeira semana de outubro teve superávit de US$ 1,902 bilhão na balança comercial brasileira. No ano, as exportações totalizam US$ 169,663 bilhões e as importações, US$ 114,485 bilhões, com saldo positivo de US$ 55,177 bilhões.

Nas exportações, comparada a média da primeira semana de outubro de 2017 (US$ 1,012 bilhão) com a média de outubro de 2016 (US$ 685,7 milhões), houve crescimento de 47,6%, em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: básicos (70,8%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grãos, soja em grãos, carnes de frango e bovina), semimanufaturados (47,8%, por conta de semimanufaturados de ferro e aço, açúcar em bruto, celulose, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas) e manufaturados (22,8%, por conta de automóveis de passageiros, suco de laranja congelado, etanol, veículos de carga, laminados planos de ferro e aço). Em relação a setembro de 2017, houve crescimento de 8,4%, em virtude do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (14,3%) e básicos (13,4%), enquanto que caíram as vendas de produtos manufaturados (-1,8%)… (MDIC)

Micro e pequenas empresas poderão utilizar drawback na importação de insumos

Excelente ! As exportações das pequenas e médias empresas têm aumentado cada dia mais e isso vai contribuir muito para esse aumento seguir em frente

Brasília (6 de outubro) – Micro e pequenas empresas poderão utilizar a importação por conta e ordem no regime de drawback na modalidade suspensão. A medida foi implementada pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pela Receita Federal com o objetivo de facilitar o acesso de micro e pequenas empresas ao regime de drawback suspensão – que garante desoneração na importação de insumos utilizados na fabricação de bens voltados para a exportação. A medida vale somente para empresas não optantes pelo Simples Nacional.

“A medida visa aumentar a inserção das empresas de micro e pequeno porte no comércio internacional, pois possibilita que essas firmas, que, geralmente, não dispõem de uma equipe de especialistas em comércio exterior, gozem os benefícios do regime”, avalia Abrão Neto, secretário de Comércio Exterior.

Antes, apenas as próprias empresas beneficiárias do drawback podiam efetuar as aquisições de insumos do exterior com desoneração tributária. Não era permitido que uma segunda empresa promovesse, em nome do beneficiário, a operação. A partir de agora, o processo de importação poderá ser delegado a um intermediário especializado nessas operações, permitindo que as empresas concentrem esforços em seus negócios principais.

A possibilidade de utilização da importação por conta e origem no regime de Drawback Suspensão faz parte de um conjunto de ações propostas no âmbito do Grupo de Trabalho de Simplificação Administrativa (GTSA), criado pelo MDIC, para facilitar o ambiente de negócios e melhorar a qualidade dos serviços prestados ao setor privado.

Acesse aqui o Manual Drawback Suspensão (Passo a passo) atualizado…

Exportação de carnes e importação de frutas deve incrementar comércio Brasil-Peru

Excelente !

Em novembro, Brasil e Peru devem estreitar relações comerciais, ampliando a pauta de negociações com a exportação de carne brasileira e importação de frutas peruanas, informou o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), depois de se reunir com o ministro da Agricultura daquele país, Jose Manuel Calderón. A abertura do mercado de carnes deverá favorecer estados mais próximo do Peru, como o Acre e Rondônia.

Maggi destacou o potencial do mercado consumidor brasileiro para Calderón, lembrando que o país vive um momento especial com queda da inflação e dos juros e a economia em recuperação. “Para o próximo ano, temos previsão de inflação de 3% a 4%. E os juros, que estavam de 13% a 14% ao ano, já está em 8,25% ao ano. O Brasil voltará a crescer muito rapidamente e a gente sabe que na América do Sul, quando o Brasil vai bem, todos têm a ganhar”…. AGRICULTURA

Reconhecimento do país como livre da aftosa com vacinação ajudará exportação de suínos

O aumento das exportação de carne depende muito da credibilidade e confiança que os compradores estrangeiros depositam em nossas empresas.

O reconhecimento do país como livre de aftosa com vacinação pela OIE (Organização Mundial de saúde Animal), o que é esperado para maio do ano que vem, durante a reunião anual da entidade, contribuirá para aumentar as exportações de carne suína, acredita o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). A declaração foi feita pelo ministro nesta terça-feira (26), na abertura da 5ª Semana Nacional da Carne Suína, em São Paulo.

Promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), com o apoio do ministério e do Sebrae, a Semana Nacional da Carne Suína visa incentivar a população brasileira a consumir mais essa proteína animal. Neste ano, a campanha está sendo promovida em 589 lojas distribuídas em 18 estados. Participam da ação as redes Pão de Açúcar (bandeiras Extra e Pão de Açúcar), St. Marche, Oba Hortifruti e Comper.

Com a iniciativa, a ABCS também visa informar consumidores sobre os aspectos nutricionais, qualidade e saudabilidade da carne suína, proteína mais consumida no mundo. O Brasil está entre os maiores produtores e exportadores mundiais de carne suína… (AGRICULTURA)

Crescem exportações de micro e pequenas empresas

Excelente notícia !

Vamos ver esses números subirem a cada ano, pois o empreendedorismo é grande.

Brasília (25 de setembro) – A Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) divulgou nesta quinta-feira (21) os dados completos de exportações realizadas em 2016 por porte de empresa. De acordo com as estatísticas, as micro e pequenas empresas foram as únicas que registraram aumento de suas exportações, o que aconteceu pelo terceiro ano seguido.

Em 2016, as exportações das micro e pequenas empresas somaram US$ 2,2 bilhões, um crescimento de 10,6% (ou US$ 218 bilhões) em comparação a 2015. Desde 2013, o montante de embarques de produtos de micro e pequenas empresas vem crescendo, passando de US$ 1,7 bilhões (2013) para US$ 1,9 bilhões em 2014 e US$ 2 bilhões em 2015.

Para o ministro Marcos Pereira o crescimento de 10,6% nas vendas externas das micro e pequenas empresas no ano passado deve-se a um conjunto de fatores, entre eles o sucesso do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE). Atualmente, cerca de 6 mil empresas estão cadastradas no PNCE. “Certamente esse resultado não seria alcançado sem a atuação do governo federal e todas as ações de fomento que permitiram a pequenas empresas ingressarem no comércio exterior”, afirma Marcos Pereira.

Coordenado pelo MDIC, o PNCE reúne iniciativas de instituições parceiras nacionais e estaduais, com o objetivo de aumentar a base exportadora, estimulando a inserção de empresas de pequeno porte no mercado externo. Em 2016, o PNCE foi lançado em 20 unidades da federação, com o apoio de 144 instituições nacionais e estaduais… (MDIC)

Camex zera Imposto de Importação para 115 máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil

Para ajudar nos investimentos do setor privado.

Brasília (22 de setembro) – Foram publicadas hoje no Diário Oficial da União duas novas Resoluções da Câmara de Comércio Exterior (Camex) com a descrição dos 115 equipamentos sem produção no Brasil que terão alíquotas de importação reduzidas de 16% e 14% a zero, até 30 de junho de 2019.

Resolução Camex nº 78 especifica os 105 ex-tarifários para bens de capital, sendo 85 referentes a pedidos novos e 20 a pedidos de renovação, e a Resolução Camex nº 77 traz a relação de dez ex-tarifários para bens de informática e telecomunicações (oito novos e duas renovações).

As empresas que solicitaram o benefício à Camex informaram que a redução de alíquotas para os 115 itens vai diminuir custos de investimentos produtivos. Os equipamentos importados serão utilizados em projetos nos quais o setor privado vai investir mais de US$ 798 milhões, principalmente nos setores da construção civil, automotivo e alimentício… (MDIC)