Balança comercial da primeira semana de agosto de 2017

Negócios precisam subir em números

Brasília (7 de agosto) – Com quatro dias úteis, a primeira semana de agosto teve superávit de US$ 350 milhões, resultado de exportações de US$ 3,027 bilhões e importações de US$ 2,677 bilhões. No ano, as vendas externas chegam a US$ 129,498 bilhões e as compras a US$ 86,638 bilhões, com saldo positivo de US$ 42,860 bilhões.

Mês

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana do mês (US$ 756,7 milhões) com a de agosto do ano passado (US$ 738,5 milhões), houve crescimento de 2,5%, em razão do aumento nas vendas de produtos semimanufaturados (11,1% , por conta, principalmente, de celulose, açúcar em bruto, catodos de cobre, madeira em estilhas, óleo de soja em bruto e semimanufaturados de ferro e aço) e de produtos básicos (4,8%, em razão de milho em grãos, minério de cobre, minério de ferro, carnes de frango, bovina e suína, farelo de soja). No mesmo comparativo, as vendas de manufaturados tiveram queda (-1,5%, pela diminuição em veículos de carga, automóveis de passageiros, açúcar refinado, óleos combustíveis, motores e geradores elétricos). Na comparação com julho de 2017, houve queda de 15,3%, em consequência da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-19,3%) e básicos (-17,3%), enquanto que cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (5%)… (MDIC)

Ásia é o mercado com maior potencial para expandir exportações do agro brasileiro

Tem que haver abertura comercial na Ásia mas não pode perder clientes no Ocidente em potencial

O agronegócio brasileiro vai continuar, nos próximos anos, com a responsabilidade de sustentar os superávits comerciais brasileiros, pautado na exportação de commodities para mais de 200 países. No entanto, o governo precisará se preocupar cada vez mais com o mercado internacional, porque existe risco grande de redução de exportação dos produtos brasileiros no Ocidente. A saída estará na Ásia, que detém 61% do mercado mundial, com destaque para China, Índia, Indonésia, Japão e Coréia do Sul, que já se consolidam como grandes consumidores do futuro. O Brasil precisa se inserir ainda mais, urgentemente, nesses mercados mais dinâmicos.

Esse foi o principal recado passado por dois dos melhores especialistas brasileiros em questões globais do agronegócio: Marcos Sawaya Jank, consultor da Agência para o Programa de Acesso a Mercados do Agronegócio e Alimentos (PAM-Agro); e Augusto Castro, gerente executivo da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Ambos participaram de uma videoconferência com a diretoria da Embrapa no último dia 19 de julho, com transmissão para todas as unidades descentralizadas, e falaram sobre como agregar valor à parceria comercial com os países asiáticos. Destacaram a importância da presença naquele mercado, onde a Embrapa tem papel estratégico, e a busca por melhoria na qualidade dos produtos exportados… (AGRICULTURA)

MDIC firma cooperação bilateral para o setor de Serviços com a China

Excelente !

Brasília (1º de agosto) – O secretário de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcelo Maia, e o vice-ministro do Ministério do Comércio da China, Wang Shouwen. assinaram nesta terça-feira (1º), em Xanghai, um plano de ação que prevê iniciativas que serão tomadas nos próximos dois anos para a cooperação bilateral de serviços com a China.

O Plano de Ação tem o objetivo de implementar o Memorando de Entendimentos (MoU) no setor de Serviços, assinado em outubro de 2016 pelo ministro Marcos Pereira e o ministro de Comércio da China, Gao Hucheng. O acordo vai incentivar o comércio exterior e os investimentos bilaterais em Serviços e promover o intercâmbio de informações sobre melhores práticas no setor para fomentar serviços de maior qualidade, competitividade e eficiência… (MDIC)

Balança comercial do primeiro semestre de 2017

Os números precisam subir e muito ! Que venha a Revolução Industrial 4.0. E que o país consiga realocar seus milhões de desempregados.

Brasília (1º de agosto) – A balança comercial brasileira acumulou novo recorde e obteve o melhor saldo para o período de janeiro a julho, com superávit de US$ 42,5 bilhões. O valor é o melhor da série histórica, iniciada em 1989, e ficou 50,6% superior ao alcançado nos setes primeiros meses do ano passado. O saldo do mês de julho, isolado, foi também o melhor para o período desde 1989: superávit de US$ 6,3 bilhões, valor 37,6% acima do resultado obtido no mês, em 2016. Foi o oitavo mês consecutivo de superávits mensais.

“O super saldo da balança se deveu ao desempenho positivo das exportações e importações. Do lado das exportações, registramos crescimento em preços e quantidades embarcadas, com recordes em diversos produtos, tanto em volume quanto em valores”, comentou o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Abrão Neto. O secretário destacou, ainda, que o resultado dos primeiros sete meses do ano confirma a expectativa de saldo da balança, ao final do ano, em torno de US$ 60 bilhões… (MDIC)

 

Privatização da administração portuária é caminho inevitável, avalia Conselho de Infraestrutura da CNI

O Poder Público brasileiro é ineficiente demais.

O Conselho Temático de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria(Coinfra) recomenda a privatização das Companhias Docas o mais rapidamente possível. Segundo o presidente do Coinfra, Olavo Machado, o setor público já se mostrou incapaz de administrar os portos e responder com agilidade às oportunidades de mercado.

“O setor privado tem mais condições de investir e mobilizar recursos para darmos a tão esperada eficiência que os exportadores e importadores brasileiros precisam. Não temos mais tempo para abrir mão de instrumentos que vão nos dar competitividade”, disse Olavo Machado durante reunião do Conselho nesta quarta-feira (26), em Brasília.

Dados da CNI mostram que a execução orçamentária de investimentos da União, nos seis primeiros meses deste ano, foi 34% menor do que no mesmo período do ano passado. Foram investidos apenas R$ 13,8 bilhões, o menor valor dos últimos sete anos. No Ministério dos Transportes, os investimentos foram 38% inferiores do que entre janeiro e junho de 2016. E 80% deles foram para rodovias. … (CNI)

Manobra da CAMEX adia fim do acordo com Chile e frustra indústria

A Camex do Brasil precisa dar explicações com muito embasamento técnico para a Indústria Brasileira.

O setor privado não encontra nenhuma justificativa plausível para a decisão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que adiou o fim do acordo marítimo entre o Brasil e o Chile para 2020. Segundo o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, o convênio estabeleceu cláusula para a renúncia do acordo durante sua vigência, desta forma, não há explicação para a extensão do acordo.

“A decisão não ajuda a melhorar a competitividade da indústria. Estamos precisando de soluções imediatas e positivas, que gerem emprego, renda e um ambiente que se permita investir mais. Não é o que acontece com essa decisão”, diz Robson Braga de Andrade.

O Chile é o segundo maior parceiro do Brasil na América do Sul e a manutenção do acordo vai impedir a criação de mais de 15 mil empregos, vai manter o frete marítimo para o país andino em média 45% acima do mercado, e os preços dos produtos brasileiros importados do Chile vão permanecer em média 5% mais caros. .. (CNI)

Mercado dos EUA à carne brasileira deve ser reaberto em até 60 dias

A fiscalização em países com os Estados Unidos da América funciona, hein?

Ao deixar a reunião com secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue, em Washington, nesta segunda-feira (17), o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) disse ser preciso aguardar “posições técnicas”, mas adiantou, mesmo considerando difícil dar um prazo, ser possível a reabertura do mercado norte-americano à carne bovina in natura brasileira em 30 ou 60 dias. “É preciso aguardar as análises das informações que estão eles recebendo”, assinalou, acrescentando que o diálogo com o secretário do governo estadunidense foi muito claro e aberto. “Já o havia recebido no Brasil, quando era governador, e isso facilitou nossa conversa.”

Uma equipe de técnicos do Mapa está no país desde o último dia 13 em contato com a área de Defesa Sanitária para tratar do atendimento às exigências feitas pelo governo dos EUA para restabelecer as importações de carne bovina, interrompidas por causa de preocupações sanitárias. “Tenho certeza que as mudanças que fizemos são tecnicamente aceitáveis e modificam muito o patamar anterior. Então, fico animado, porque sei que serão reconhecidas pelos técnicos americanos”, disse o ministro…. (AGRICULTURA)

Balança comercia da primeira semana de julho de 2017

Com um superávit de US$ 1 milhão na primeira semana de julho

Brasília (10 de julho) – Na primeira semana de julho de 2017, com cinco dias úteis, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,045 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 4,055 bilhões e importações de US$ 3,010 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 111,765 bilhões e as importações, US$ 74,504 bilhões, com saldo positivo de US$ 37,261 bilhões.

Nas exportações, comparada a média da primeira semana de julho de 2017 (US$ 811 milhões) com a média de julho de 2016 (US$ 777,5 milhões), houve crescimento de 4,3%, em razão das vendas de produtos básicos (13,1%), por conta, principalmente, de minério de cobre, milho em grãos, minério de ferro, carnes bovina e de frango e soja em grãos; e de produtos semimanufaturados (10,5%), por conta de óleo de soja em bruto, semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ferro-ligas e ouro em formas semimanufaturadas, enquanto diminuíram as vendas de manufaturados (-5,9%), pela queda em açúcar refinado, óxidos e hidróxidos de alumínio, suco de laranja não congelado, laminados planos de ferro/aço e ônibus e veículos para mais de dez passageiros.

Relativamente a junho de 2017, houve queda de 13,9%, em virtude da diminuição nas vendas das três categorias de produtos: básicos (-17,1%), semimanufaturados (-11,3%) e manufaturados (-8,5%).

Nas importações, a média diária da primeira semana de julho de 2017, de US$ 602 milhões, ficou 7,6% acima da média de julho de 2016, de US$ 559,6 milhões. Nesse comparativo, aumentaram os gastos, principalmente, com siderúrgicos (46,6%), combustíveis e lubrificantes (45,7%), plásticos e obras (38,3%), borracha e obras (38,2%), veículos automóveis e partes (26,7%) e equipamentos eletroeletrônicos (18,2%).

Ante junho de 2017, houve aumento de 0,4%, devido ao crescimento nas vendas de aeronaves (31,4%), siderúrgicos (25,3%), equipamentos mecânicos (21,9%), plásticos e obras (18,7%), borracha e obras (12,2%) e veículos automóveis e partes (10,9%).

MDIC

MDIC facilita acesso a dados de principais produtos importados e exportados pelo Brasil

Falta muito ainda para o Brasil ser muito Profissional no ramo do Comércio Exterior. Mas aos poucos (a velocidade que tudo anda por aqui) espero que tudo que seja necessário aconteça.

Brasília (4 de julho) – O Comex Vis, ferramenta interativa de dados de comércio exterior do MDIC, ganhou nesta semana os módulos de visualização dos Principais Produtos Exportados (PPE) e dos Principais Produtos Importados (PPI). Os dados, que até então eram oferecidos em planilhas de Excel, agora estão disponíveis numa plataforma gráfica amigável e interativa, que permite uma análise direta da informação.

Na ferramenta, o usuário poderá pesquisar, por exemplo, a série histórica de determinado produto, especificando se deseja visualizar os dados de exportação ou importação por valor (US$ FOB), peso ou preço.

É possível saber ainda a participação das mercadorias na pauta exportadora ou importadora e a posição que ele ocupa no ranking de vendas externas ou compras do Brasil.

Os módulos de Principais Produtos Exportados e de Principais Produtos permitem também que o usuário identifique de maneira rápida os países de origem ou de destino das mercadorias selecionados e as Unidades da Federação que exportam ou compram aquele item.

Comex Vis

Lançado em 2016 pela Secretaria de Comércio Exterior do MDIC, o Comex Vis tem o objetivo de tornar o acesso a dados de comércio exterior mais intuitivo e transparente. Trata-se de um projeto de baixo custo, desenvolvido por servidores do MDIC e baseado em uma plataforma livre.

O Comex Vis apoia ações de incentivo às exportações nos estados e funciona como instrumento de inteligência comercial, associado à etapa da trilha de internacionalização para as empresas com potencial exportador.

Além dos módulos de Principais Produtos Exportados e Principais Produtos Importados, o Comex Vis apresenta outros cinco recortes: Brasil (Geral), Blocos e Continentes, Países Parceiros, Unidades da Federação e Municípios. A ferramenta é responsiva, o que permite leitura em smartphones e tablets igualmente.

MDIC

Portal Único facilita exportação para micro, pequenas e médias empresas

Excelente mudança !

Declaração Única de Exportação (DU-E) pode ser registrada na tela do Portal Único de Comércio Exterior pelo próprio empresário

Brasília (5 de julho) – Ficou mais fácil para micro, pequenas e médias empresas exportarem. A partir desta semana, os exportadores brasileiros poderão preencher a Declaração Única de Exportação (DU-E) na própria tela do Portal Único de Comércio Exterior ao invés de enviar os dados via Webservice, um padrão de comunicação entre sistemas, feito de computador para computador, utilizado majoritariamente por grandes empresas.

A DU-E substitui os atuais Registro de Exportação (RE), Declaração de Exportação e Declaração Simplificada de Exportação (DSE). Integrada à Nota Fiscal Eletrônica, a DU-E possibilita reduzir em até 60% a necessidade de preenchimento manual de dados. Com isso, promove-se a garantia da integridade das informações, redução de erros e a facilitação da comprovação das exportações junto aos fiscos estaduais. Espera-se redução de até 40% do prazo médio para a efetivação de uma operação de exportação.

Inicialmente, os registros da DU-E eram feitos apenas por WebService, uma tecnologia com uma linguagem cheia de códigos. E, para usá-la, era preciso o intermédio de especialistas em TI para integrar o sistema da empresa com o sistema do Portal Portal Único do Comércio Exterior.

Com a disponibilização da tela para registro, os operadores poderão registrar uma DU-E diretamente através da tela da declaração, de forma mais simples. O próprio empresário pode preencher a DU-E sem a necessidade de investimentos em equipes ou empresas de TI para fazer a integração de sistemas. A medida vai beneficiar principalmente as cerca de 17 mil micro, pequenas e médias empresas exportadoras.

Novo Processo de Exportações

Lançado em março de 2017, o Novo Processo de Exportações oferece trâmites simplificados para as vendas externas dos produtos brasileiros, com a eliminação de documentos e etapas e a redução de exigências governamentais. Inicialmente valia apenas para o modal aéreo, mas foi ampliado na última quarta-feira para as operações realizadas através dos modais marítimo, no Porto de Santos, e rodoviário, nas unidades aduaneiras em Uruguaiana e Foz do Iguaçu.  Mais de US$ 50 bilhões de exportações anuais já podem se beneficiar de processos mais simples, rápidos e baratos no comércio exterior.

O acesso ao Portal Único de Comércio Exterior pode ser realizado através do http://portal.siscomex.gov.br/.

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