MDIC e CNI assinam acordo para inserir 474 pequenas e médias empresas no comércio exterior

Precisaria assinar um acordo em um país sério?

Mais que obrigação de qualquer governo é garantir os princípios básicos da Constituição da República Federativa do Brasil. Todos os cidadãos têm direito à educação, à saúde básica, à segurança. Todo governo é responsável pele seu povo. O que o governo do Brasil não fez nos últimos anos pode já iniciar a fazer: trabalhar para nosso povo, nossas indústrias, etc.

Porto Alegre (13 de novembro) – O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira, e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, assinaram nesta segunda-feira, durante o 35º Encontro Econômico Brasil-Alemanha, em Porto Alegre, um acordo de cooperação técnica para integrar o Rota Global, do setor privado, ao Plano Nacional de Cultura Exportadora, do governo federal. A ideia é atender 474 empresas de mais de 20 setores, entre eles, alimentos, bebidas e fumo, têxteis, confecções e calçados, farmacêutica e cosméticos, máquinas e equipamentos, móveis e metalurgia, em 17 estados brasileiros, para que elas façam a sua primeira exportação até abril de 2018.

O Rota Global oferece consultoria completa para empresas não exportadoras empreenderem no mercado internacional. O programa foi desenvolvido pela CNI, com recursos do AL-Invest 5.0, financiado pela Comissão Europeia, para prestar consultoria individual e gratuita para as empresas sem experiência no comércio exterior. As 474 indústrias serão acompanhadas desde a construção do plano de negócios até a consolidação da empresa no mercado externo. Ele é executado pela Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), presente nas 26 federações estaduais de indústria e na federação do DF. A Rede CIN é coordenada pela CNI.

Cultura exportadora

A parceria permitirá que a CNI receba apoio dos comitês técnicos do Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE), coordenado pelo MDIC, que reúne 144 instituições nacionais e estaduais. “Com uma forte agenda regional, o MDIC vem promovendo políticas voltadas às empresas de pequeno e médio portes, com o objetivo de aumentar a produtividade e também ampliar a base exportadora do Brasil”, disse Marcos Pereira. “Acredito que a união de esforços entre MDIC e CNI, por meio do Rota Global, trará efeitos positivos para o comércio exterior brasileiro. As ações do PNCE já contribuíram para que 4.735 empresas exportassem pela primeira vez em 2016”.

“Esse acordo entre setor privado e governo nos permitirá expandir o número de empresas atendidas pelo Rota Global em todo o país e consolidar um modelo harmonizado de atendimento às demandas de empresas envolvendo diversas entidades. Com essa medida vamos evitar sobreposição de ações”, afirmou o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Além disto, por se tratar de um programa com recursos internacionais, o Rota Global também fará a capacitação de empresas na Argentina, por meio da União Industrial Argentina (UIA), e na Espanha, pelo Parque Tecnológico de Extremadura (Fundecty-PCTEX). Com isso, também será possível mapear os interlocutores do comércio exterior nestes dois países e permitir geração de negócios entre empresas, especialmente às MPEs, assistidos pelo Rota Global… (MDIC)

 

Carga embarcada após instalação do Operador Econômico vai para os EUA

Parabéns Aurora Alimentos !

O  ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) lacrou, nesta quinta-feira (15), em Chapecó (SC), a primeira carga exportada depois de instalado o projeto piloto de Operador Econômico Autorizado com a Receita Federal. A exportação já atende as normas do Canal Azul (Sistema de Informações Gerenciais do Trânsito Internacional de Produtos e Insumos Agropecuários).

A carga é da Aurora Alimentos e vai para aos Estados Unidos. A operação de exportação direta, sem a necessidade de reinspeção no porto, credencia a Aurora a fazer parte do Operador Econômico Autorizado (OEA), programa que busca tornar ainda mais ágeis os procedimentos aduaneiros… (MAPA)

Empresas que mais exportaram em 2015 são do setor de commodities

Bom dia Seguidores,

O Brasil é grande exportador de commodities, até aqui nenhuma novidade. 

Mas precisamos investir na industrialização do Brasil o quanto antes. País é rico por natureza e pobre ao mesmo tempo. É terra de oportunidades ! Mercado interno está desaquecido. Com o dólar alto é bom exportar ! Vamos exportar?

Vale, Petrobras e Bunge continuaram como as maiores exportadoras do país em 2015, apesar de verem suas vendas externas recuarem devido, principalmente, aos preços de suas respectivas commodities. Conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), no ano passado, a mineradora, que se manteve na primeira colocação, teve receita cambial de US$ 11,251 bilhões, 45,07% a menos do que a de US$ 20,484 bilhões de 2014. Na sequência, Petrobras somou exportações de US$ 8,504 bilhões, diminuição de 34,70% ante 2014. A Bunge, que ficou no terceiro lugar no ranking geral e a primeira do segmento do agronegócio, apresentou receita cambial de US$ 5,056 bilhões, queda de 17,86% na comparação anual…. (GAZETA DO POVO).

Sudão quer estreitar relações com o Brasil

Boa tarde Seguidores,

Novos negócios a caminho !

O Sudão quer fortalecer suas relações com o Brasil, especialmente na área de agricultura, além de promover missões que gerem acordos entre os dois países. Estas são as prioridades de Ahmed Yousif Mohamed Elsiddig, embaixador sudanês em Brasília. Elsiddig visitou nesta segunda-feira (30) a sede da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo…. (ANBA)

Fórum traz oportunidades de investimentos nos Emirados

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS BRASIL- ÁRABE

” As oportunidades de investimentos nos Emirados Árabes Unidos são o tema do Fórum Econômico Brasil – Emirados Árabes Unidos, que acontece na sexta-feira (01), em São Paulo. O evento é organizado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, pela embaixada dos Emirados em Brasília e pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

 

Divulgação
Mansoori lidera delegação de empresários

Na ocasião, Sultan Al Mansoori, ministro da Economia dos Emirados, vai liderar uma missão ao Brasil com empresários de grandes grupos de investimentos de seu país e também de importantes indústrias. Ele falará no seminário.

Entre as empresas e agências que participarão do evento estão a Mubadala (investimentos, serviços financeiros e turismo), a Câmara de Comércio e Indústria de Sharjah, a Autoridade da Zona Livre de Fujairah, a representação jurídica da Dubai Aluminium, representantes do governo do emirado de Ras Al Khaimah, Aldahra Holding (agronegócios) e Grupo Serkal (turismo, imóveis, hospitalidade e maquinário), entre outros.

O xeque Ahmed Bin Zayed Al Nahyan, presidente da Amzaan Investments, também integra a delegação dos Emirados. No Brasil, Al Nahyan tem interesse em conversar com empresas de energia renovável, compra e exportação de água, além de tecnologia e inovação.

“A ideia do evento é aproximar ainda mais o Brasil dos Emirados”, conta Michel Alaby, diretor-geral da Câmara Árabe. Durante o fórum, as empresas árabes também assistirão a apresentações sobre o Brasil.

Um dos palestrantes do lado brasileiro será Antônio Corrêa de Lacerda, doutor em Ciência Econômica pela Universidade de Campinas e professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Ele vai falar sobre a economia brasileira, quais os setores com maior rentabilidade, para onde se direciona o investimento estrangeiro, o crescimento do PIB, a renda per capita e os desafios que virão, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas”, relata Alaby.

Segundo o diretor da Câmara Árabe, a visita faz parte de alguns encontros que estão sendo realizados no mundo, como nos Estados Unidos, onde já ocorreu, e no Chile, que acontecerá após o evento brasileiro. Alaby também será um dos palestrantes do evento. A abertura do fórum será feira pelo presidente da Câmara Árabe, Marcelo Sallum.

O evento é aberto somente para convidados e não será possível fazer a inscrição no dia do fórum. Entre o público selecionado estarão exportadores, instituições financeiras, consultores de investimento e empresas com interesse em internacionalizar-se nos países árabes.

Após o fórum, será realizado um almoço no qual os participantes terão a possibIlidade de fazer networking.”

http://www.anba.com.br/noticia/21860179/diplomacia/forum-traz-oportunidades-de-investimentos-nos-emirados/

Tendências do Agronegócio Brasil 2023- Fiesp

Para os industriais do Brasil:

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FIESP

“Neste site será possível acessar os resultados das projeções para 2023, realizadas pela Fiesp em parceria com a MB Agro, de algumas das principais commodities agropecuárias produzidas no Brasil, em termos de produção, produtividade, área (incluindo a dinâmica regional), exportação, consumo doméstico, produção e demanda de fertilizantes, além do uso da terra no País para o período projetado. Foram analisados 18 produtos agroindustriais e seus derivados: algodão, arroz, café, cana-de-açúcar (açúcar e etanol), feijão, milho, soja (grão, farelo e óleo), trigo, carnes (bovina, frango e suína), ovos, lácteos e floresta plantada para celulose. ”

http://www.fiesp.com.br/publicacoes-agronegocio/tendencias-do-agronegocio-em-2023/

Harald investe para construir fábrica de chocolate na China

Excelente exemplo a seguir !

Valor

“A Harald, maior fabricante brasileira de cobertura de chocolate, terá unidade de produção na China no ano que vem. O investimento, da ordem de US$ 16 milhões, está sendo dividido em partes iguais com a Wilmar, empresa de agronegócios com base em Cingapura.

De pequeno porte, a nova fábrica está sendo erguida ao lado de uma unidade de óleos vegetais da Wilmar em Xangai. O início da produção está previsto para agosto de 2014, conforme Ernesto Ary Neugebauer, presidente da Harald.

Neugebauer afirma que as amêndoas de cacau para a produção de chocolates serão compradas na Indonésia e em países da África, enquanto o açúcar virá da Tailândia e da Austrália e o leite em pó, da Nova Zelândia.

Inicialmente, a produção deverá somar 8 mil toneladas de chocolate por ano, mas o volume poderá aumentar em um segundo momento. Na China, o consumo de chocolates é concentrado na população jovem, e a oferta ainda é tímida, mesmo entre grandes multinacionais que já atuam no país.

Os produtos que serão feitos pela Harald na unidade chinesa (barras de chocolate, chocolate em pó e chocolate a granel), a exemplo do que acontece no Brasil, serão direcionados ao segmento de “food service” – indústrias de alimentos, hotéis, padarias e confeitarias.

Além da burocracia para a abertura de uma unidade de produção em território chinês, a companhia brasileira enfrentará o desafio de atuar em um mercado onde o consumo per capita é estimado em apenas 100 gramas por habitante.

No Brasil, por exemplo, a média chega a 2,5 quilos, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab). “Mas ninguém quer ficar de fora da China”, pondera Neugebauer.

A fábrica na China será a primeira unidade no exterior da Harald, cujas exportações representam 5% de seu faturamento – que deverá somar R$ 540 milhões em 2013, 15% mais que em 2012. Na mesma comparação, a produção total da empresa deverá aumentar 8%, para 72 mil toneladas.

A origem da Harald remonta ao fim do século XIX. Em 1891, o bisavô de Ernesto Ary Neugebauer abriu, no Rio Grande do Sul, a primeira fábrica de chocolates do país. Em 1981, a indústria Neugebauer foi vendida, e no ano seguinte começavam as atividades da Harald.

Há três anos, a companhia começou a trabalhar com chocolates especiais. Para isso, chegou a importar cacau, mas logo optou por matéria-prima nacional. Para garantir a qualidade necessária para um chocolate “gourmet”, a Harald paga prêmios que variam de 50% a 100% sobre o valor de mercado da amêndoa comum.

O produto “gourmet”, vendido com a nova marca Melken Unique, é feito com cacau de diferentes regiões da Bahia e do Pará. “Podemos e devemos fazer um bom chocolate brasileiro, temos condição de fazer um chocolate superpremium”, afirma Neugebauer. Nesse caminho, a empresa também pretende elevar as compras de amêndoas com certificação de práticas sustentáveis.(CF)

http://www.valor.com.br/agro/3279172/harald-investe-para-construir-fabrica-de-chocolate-na-china

 

África atrai multinacionais brasileiras

Agência de Notícias Brasil- Árabe

“Tunísia, Marrocos, Cabo Verde e Gana são países em que empresas brasileiras que atuam no exterior expandiram suas operações em 2012, afirma o Ranking das Multinacionais Brasileiras 2013, divulgado nesta quarta-feira (28), em São Paulo, pela escola de negócios Fundação Dom Cabral (FDC). A 8ª edição do levantamento mostrou também que o frigorífico JBS é, pelo quarto ano seguido, a companhia mais internacionalizada do País entre as 63 que responderam os questionários enviados pela instituição.

O estudo mostra que no ano passado as empresas que participaram da pesquisa deixaram o Bahrein, Noruega e Curaçao e pretendem, neste ano, entrar em mercados da América do Sul, Canadá, Sudeste Asiático, China e Rússia. O estudo não identifica as empresas que expandiram em 2012 sua atuação para Tunísia, Marrocos, Cabo Verde e Gana, mas o coordenador do núcleo e negócios internacionais da FDC, Serban Cretoiu, afirmou que o aumento de relações diplomáticas entre o Brasil e os países africanos pode ter influenciado nesta decisão.

“A imagem do Brasil no exterior é muito positiva, especialmente na África e no Oriente Médio, pois o Brasil não se envolve em questões internas e conflitos. Na África, a cooperação técnica implantada nos últimos dez anos beneficiou a imagem do País e até abriu portas no meio comercial”, disse Cretoiu, observando que a proximidade cultural é outro fator que aproxima os países.

De acordo com o levantamento, 67,39% das empresas que participaram da pesquisa pretendem expandir suas operações nos países em que já atuam e 42,55% pretendem entrar em novos mercados neste ano.

 

Marcos Carrieri/ANBA
Vanessa Nogueira: 200 empresas foram consultadas, 63 responderam

Segundo a coordenadora da pesquisa, Vanessa Nogueira, aproximadamente 200 empresas foram procuradas durante a elaboração do ranking. Das 63 que responderam, 47 são multinacionais brasileiras com representações no exterior e 16 são companhias que atuam por meio do sistema de franquias.

Maiores

A multinacional brasileira mais internacionalizada foi o frigorífico JBS, com índice de 58,9% de internacionalização. Em segundo lugar está a siderúrgica Gerdau (54,2%), seguida por Stefanini (tecnologia da informação), Magnesita (refratários e minerais industriais), Marfrig (frigorífico), Ibope (pesquisas), Odebrecht (construção civil), Sabó (autopeças) e Minerva Foods (frigorífico). Já entre as franquias, a Showcolate (doces) foi a mais internacionalizada, seguida por Linkwell (design gráfico) e Localiza (aluguel de carros).

O estudo mostra também que há uma tendência de as empresas brasileiras se internacionalizarem nos próximos anos. Em 2010, o índice de transnacionalidade era de 16%, percentual que subiu para 17% em 2011 e para 18% em 2012. A margem de lucro no exterior é menor do que a doméstica, mas está crescendo. Em 2010, a margem de lucro no mercado interno foi de 15,5% e, no externo, de 11,82%. Em 2012, a margem de lucro no Brasil foi de 13,85% e, no exterior, de 13,75%.

O cálculo feito pela FDC para determinar o índice de internacionalização de uma empresa segue o método adotado pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad). Nesta conta, dividem-se os ativos, receita e funcionários da companhia no exterior pelos mesmos índices no Brasil até se alcançar o índice de internacionalização da empresa. Quanto maior o índice, mais internacionalizada é a companhia.

O estudo trouxe também um ranking de empresas de acordo com a quantidade de países em que elas atuam. Este levantamento é liderado pela mineradora Vale, que atua em 31 países. A América do Sul é o principal destino das empresas que se internacionalizam: 77,78% delas estão em países da região; 69,4% estão na América do Norte; 53,97% na Europa; 41,27% na Ásia; 33,33% na América Central e Caribe; 30,16% na África; 23,81% no Oriente Médio; e 11,11% na Oceania.

Política externa

A edição deste ano do ranking calculou ainda os efeitos da política externa do Brasil no desempenho das empresas. A maioria das companhias afirmou que a criação de linhas de crédito para financiar projetos externos, negociar a redução de barreiras alfandegárias e buscar destaque para o Brasil no exterior são os fatores que mais influenciam no processo de internacionalização.

Por outro lado, obter um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas ou atuar como mediador de conflitos internacionais, ações consideradas relevantes para a política externa brasileira, não afetam o processo de internacionalização das empresas brasileiras, segundo a pesquisa.”

http://www.anba.com.br/noticia/21602935/macro/africa-atrai-multinacionais-brasileiras/

BRF vai exportar carne suína para a Mitsubishi no Japão

Isto É Dinheiro

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“A BRF anunciou que iniciará processo de exportação de carne suína para o Japão. A empresa será a primeira a fornecer esse produto ao país asiático.

A primeira carga, que sai do Porto de Itajaí no próximo domingo, está composta de filé de lombo e sobrepaleta de lombo (copa) produzidos na unidade fabril de Campos Novos (SC).”

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/123762_BRF+VAI+EXPORTAR+CARNE+SUINA+PARA+A+MITSUBISHI+NO+JAPAO