País gastou R$ 723 bi com subsídios ao setor privado em 10 anos, diz secretário

A concessão de subsídios como política industrial foi um fracasso total. A quem entenda que foi responsável para indústria brasileira mas não foi eficiente. Outra política industrial teria que ter surgido durante esse processo. Como vão reindustrializar esse gigantesco país agora?

O país gastou R$ 723 bilhões com subsídios para o setor privado em um período de 10 anos encerrado em dezembro de 2016. A informação é do secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto de Almeida, que participa hoje ( 8), no Senado Federal, de audiência pública da comissão mista para análise da Medida Provisória (MP) 777.

A MP 777 trata da substituição da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), usada em contratos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), pela Taxa de Longo Prazo (TLP).

A TJLP, atualmente em 7% ao ano, é subsidiada pelo Tesouro Nacional. Quanto maior sua distância da Selic, taxa básica de juros da economia, hoje em 9,25% ao ano, maior o custo para o Tesouro. Para Mansueto de Almeida, não é uma política adequada conceder tal subsídio a grandes empresas. “[Parte do subsídio concedido] foi para empresas que não precisavam de ajuda nenhuma do setor público. Alguns falam que foi política industrial. Isso está equivocado”, declarou.

Segundo o secretário, existem duas hipóteses de concessão de subsídios como política industrial. Uma, comum nas décadas de 50 e 60, é a concessão de subsídio a empresas de um determinado setor para que estas diversifiquem sua produção em interesse do país. A outra, mais contemporânea, diz respeito à concessão de incentivos a startups (empresas que buscam explorar atividades inovadoras no mercado) para ajudar principalmente pequenas e médias empresas… (EBC)

MDIC instala Grupo de Trabalho que definirá Estratégia Nacional para a Indústria 4.0 no Brasil

Excelente proposição do governo brasileiro porque o assunto é muito sério e de vital importância para a indústria brasileira existente e para as futuras indústrias que irão surgir.

Brasília (26 de julho) – O ministro interino da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, presidiu nesta quarta-feira a sessão de instalação do Grupo de Trabalho da Indústria 4.0. O GTI 4.0 tem como atribuição propor uma Estratégia Nacional para a Indústria 4.0, buscando sua correlação com outras ações governamentais em curso que impactam a indústria nacional.

“Temos a oportunidade de vivenciar um marco real da história da evolução industrial e, mais do que isso, temos a oportunidade de contribuir para a elaboração de propostas de políticas públicas que serão fundamentais para a transformação da indústria”, disse.

Veja apresentação sobre o Grupo de Trabalho da Indústria 4.0

“A Indústria 4.0 incorpora novas tecnologias à indústria tradicional, conectando nossos parques fabris às nuvens, a sistemas sensoriais virtuais-físicos, entre outros. A transformação digital é um desafio e uma oportunidade para a indústria brasileira, porque o investimento em tecnologia, certamente, implicará avanços na competitividade da nossa indústria”, completou.

O GTI 4.0 é coordenado pelo Gabinete do MDIC e conta com a participação dos ministérios da Educação; Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações; Fazenda; Trabalho e Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos, entre outros. Também integram o grupo o BNDES, a FINEP, a EMBRAPII, o CNPq e a CAPES. O setor privado está representado por diversas associações e entidades de classe. A academia é representada por Instituições de Ensino e Pesquisa que desenvolvam atividades relacionadas à Indústria 4.0 e Manufatura Avançada…. (MDIC)

Especialistas alertam que indústria do futuro vai gerar desemprego

O Brasil precisa sofrer uma atualização de máquinas sem medidas. Parque industrial muito sucateado em geral. A importação de novas máquinas, com alta tecnologia e com a importação da robótica vai mudar o cenário industrial brasileiro.

A preocupação com o desemprego que será gerado com uso de tecnologias na indústria do Brasil foi tema de debate hoje (19) durante o Fórum Indústria 4.0, realizado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham), em São Paulo. A quarta revolução na indústria, alavancada pelos robôs, sensores e tecnologia da informação, promoverá ganho de produtividade.

Segundo o último levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no país ficou em 13,3% no trimestre encerrado em maio. O contingente de desocupados no Brasil é de 13,8 milhões de pessoas.

João Alfredo Delgado, diretor de tecnologia da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), disse que o profissional do futuro precisa de qualidades como talento e raciocínio. “Vai ter outro tipo de emprego e aí está o problema. Teremos um estoque de pessoas, talvez não qualificadas”, afirmou.

Problema social

Para ele, pode-se fazer uma relação com a mecanização da agricultura, onde até os tratores passaram a dispensar um condutor humano. “Nas cidades, sofremos com milhões de pessoas entrando sem emprego. É um sério problema social. O Brasil vai sofrer mais porque o país tem um contingente de trabalhadores despreparados”, acentuou… (EBC)

 

Entra em operação parque de geração de energia solar na Bahia — Atitude Orgânica

O Brasil precisa de investimentos como esse:

É motivo para ser comemorado ! O Brasil tem incidência direta de tanto sol ! Dias solares são comuns em todo território brasileiro. A energia solar é limpa e renovável ! Nós apoiamos atitudes como essa ! 🙂 O parque solar Lapa, considerado o maior parque solar fotovoltaico em operação no Brasil, entrou em operação […]

via Entra em operação parque de geração de energia solar na Bahia — Atitude Orgânica

Brasil e China lançam fundo de investimento de US$ 20 bilhões

Para os projetos considerados de comum interesse entre esses dois países !

Por aqui são Portos e logística (ferrovias?) O que mais?

O Brasil e a China irão anunciar, na terça-feira (30) a criação de um fundo de investimento para obras de infraestrutura, com aporte de US$ 20 bilhões. O objetivo é o financiamento de projetos considerados de comum interesse para os dois países. O fundo deve começar a operar em junho. As informações são do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

A criação do fundo conjunto para projetos de infraestrutura é discutida desde 2015. O lançamento oficial ocorrerá durante o Fórum de Investimentos Brasil 2017, evento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) realizado em São Paulo, na terça e quarta-feira (31).

EBC

Brasil e Emirados Árabes Unidos negociam Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos

O Brasil precisa de muitos investimentos em vários setores

Brasília (17 de maio) – O ministro Marcos Pereira e a embaixadora dos Emirados Árabes Unidos (EAU) no Brasil, Hafsa Abdula Al Ulama, se reuniram nesta quarta-feira, no MDIC, em Brasília, para discutir formas de ampliar investimentos e o comércio bilateral.

Na audiência com o ministro, a embaixadora afirmou que há interesse dos Emirados Árabes Unidos em firmar com o Brasil um Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI). Marcos Pereira mostrou disposição em continuar a negociação para a assinatura do acordo, já assinado com outros oito países, e lembrou que existem grandes investimentos dos Emirados Árabes no Brasil.

Além disso, o ministro afirmou que o intercâmbio comercial tem potencial de crescimento e indicou as Zonas de Processamento de Exportação (ZPE) como potenciais áreas de interesse para novos investimentos dos EAU no Brasil para empresas que queiram produzir e exportar para o Mercosul e região.  Por fim, a embaixadora reforçou o convite para que o ministro participe da Expo 2020, que será realizada em Dubai… (MDIC)

Rede Nacional de Informações sobre o Investimento lança o Guia dos Estados

Important guide to help foreigners and brazilians interested in investing in the Brazilian states

Brasília (10 de maio) – A Rede Nacional de Informações sobre o Investimento (Renai) lançou nesta quarta-feira em seu portal o Guia dos Estados Brasileiros. A publicação reúne informações sobre os setores mais competitivos de cada Estado para a atração de investimentos produtivos.

O Guia dos Estados envolveu um esforço da equipe gestora da Rede no MDIC e de seus representantes nos governos estaduais. Além de informações sobre os setores mais competitivos de cada Estado, é possível encontrar dados gerais sobre indústria, infraestrutura, PIB e demais informações padronizadas e de fontes oficiais que possam ser importantes para investidores.

A publicação pode ser encontrada tanto em português quanto em inglês no site: http://investimentos.mdic.gov.br/regioes/index/

MDIC

Bolivia y Uruguay concretan el acuerdo del tren bioceánico y Brasil se suma en mayo

Bolívia e Uruguai materializam acordo do trem bioceânico e o Brasil se agrega em maio

Uruguay oficializará este jueves su incorporación al proyecto del Corredor Ferroviario Bioceánico de Integración (CFBI) con la firma de un memorando de entendimiento con Bolivia, que es el principal impulsar del megaproyecto que ya suma a Perú y Paraguay. Con Brasil, otro socio importante se firmará el mismo documento en mayo.

“Mañana, a las 16.00, está confirmada la firma del memorando de entendimiento con el Ministro de Transportes de Uruguay, con él se suman cuatro países, Brasil está pendiente hasta el 10 de mayo que vamos a estar en Brasil con el Ministro de Transportes y será la ocasión para que podamos firmar el memorando”, desveló ayer el ministro de Obras Públicas, Milton Claros.

La autoridad viajó la tarde de este miércoles a Montevideo para rubricar el acuerdo. En noviembre de 2016, Perú formalizó su participación, luego le siguió Paraguay en enero de este año, que propuso un ramal de la vía ferroviaria para llegar al Atlántico a través de la Hidrovía Paraguay-Paraná… (NODAL)

Mercosul assina acordo inédito para incentivar investimentos dentro do bloco

Que o Bloco receba muitos investimentos !

Buenos Aires ( 7 de abril) – O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, e o chanceler brasileiro, Aloysio Nunes, assinaram hoje, em Buenos Aires, o Protocolo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (PCFI) entre os países do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai). O movimento representa de forma concreta a “oxigenação” do bloco sul-americano depois de anos de apatia.

O documento inédito tem como base o modelo brasileiro de Acordo de Cooperação e Facilitação de Investimentos (ACFI), já assinado pelo Brasil com nove países, numa abordagem pioneira focada no conceito de facilitação do fluxo de capitais, mitigação de riscos e na prevenção das controvérsias.

“Concluímos, nos últimos dois anos, ACFIs bilaterais com quatro parceiros da Aliança do Pacifico – México, Chile, Peru e Colômbia. Agora, com a assinatura do protocolo com o Mercosul, o Brasil amplia ainda mais a segurança jurídica para realização de nossos investimentos na região, bem como aprimora o ambiente para atrair novos investimentos ao Brasil, com geração de emprego e renda”, destacou o ministro.

Marcos Pereira ressaltou, ainda, que, depois de anos de desencontros, os líderes do Mercosul convergem acerca dos mesmos ideais de modernização e fortalecimento do bloco, ao estabelecerem agenda comum para uma inserção mais agressiva das economias dos sócios no mercado global. “Discutimos, também esta semana, temas importantes para o alcance desse objetivo”, ressaltou, destacando sua agenda durante o Fórum Econômico Mundial para a América Latina… (MDIC)

Brasil ocupa penúltimo lugar em competitividade em ranking da CNI

O Brasil tem que melhorar muito em números.

O Brasil ocupa o penúltimo lugar na classificação geral de competitividade em um ranking de 18 países, à frente somente da Argentina. O resultado está no estudo Competitividade Brasil, divulgado hoje (19) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para determinar a competitividade, foram levados em conta nove fatores, entre eles, infraestrutura e logística, disponibilidade e custo da mão de obra e do capital, ambiente macroeconômico, peso dos tributos e educação.

O ano de referência da pesquisa é 2016. Segundo a CNI, os países incluídos no estudo foram escolhidos em função de suas características econômicas, sociais e da natureza de sua participação no mercado internacional. Esta é a quinta edição do relatório, publicado pela primeira vez em 2010.

AGÊNCIA BRASIL