Sauditas querem importar mais e investir no país

Novos negócios a caminho !

 

Os sauditas têm interesse em aumentar as importações do Brasil, além de carne de aves e de bovinos e grãos, também de ingredientes para alimentação de animais já que não produzem ração no país. A notícia foi dada ao ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) pelo ministro da Agricultura da Arábia Saudita, Abdulrahman Alfadli, com o qual se reuniu em São Paulo, no sábado (11).

“Tratamos das exportações brasileiras de carnes e grãos. E o ministro demonstrou clara intenção de ampliar investimentos por aqui”, disse o ministro. Os investimentos, de acordo com o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Odilson Ribeiro Silva, que participou do encontro, têm por finalidade garantir segurança alimentar e obter matérias-primas para processamento, agregação de valor e exportação para a região do Golfo… (AGRICULTURA)

Brasil deve voltar a vender carne bovina para a Arábia Saudita este mês

Boa tarde Seguidores, 

Excelente notícia !

Os primeiros embarques de carne bovina do Brasil para a Arábia Saudita devem ser realizados ainda neste mês. O setor estima que as exportações do produto para aquele país alcancem US$ 42 milhões em 2016. O potencial para os próximos anos, de acordo com cálculos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), chega a US$ 74 milhões.

A lista dos 49 frigoríficos habilitados – tanto para carne in natura quanto para industrializada – foi divulgada no site da Autoridade Saudita de Alimentos e Medicamentos (SFDA), no última dia 25. A expectativa é que a quantidade de estabelecimentos aumente nas próximas semanas… (AGRICULTURA)

Matopiba tem potencial para exportar grãos e peixes à Arábia Saudita

Boa tarde Seguidores,

Governo brasileiro abrindo novos mercados para produtos brasileiros e investimentos.

Em missão oficial à Arábia Saudita, a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) apresentou a empresários e autoridades do país o potencial de produção e exportação de grãos e peixe do Matopiba (região formada por partes do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia). Ela destacou ainda as oportunidades de investimentos em infraestrutura, que objetivam reduzir o custo de produção e facilitar o escoamento de produtos agropecuários pela Região Norte.

Ao ministro da Agricultura do Reino da Arábia Saudita, Abdulrahman Al Fadhly, Kátia Abreu afirmou que o governo brasileiro destina atenção especial ao Matopiba desde a publicação do decreto – assinado em maio deste ano pela presidenta Dilma Rousseff – que delimita a área territorial da região.

Kátia Abreu também apresentou o potencial e as oportunidade de investimento no Matopiba a grandes tradings e empresas voltadas ao ramo de alimentação na Arábia Saudita: Almunajem, Arasco e Salic. Ela presenteou os empresários com um jogo de damas cujas peças, confeccionadas por artesãs tocantinenses, são feitas de capim dourado – espécie típica do Jalapão… (AGRICULTURA)

Arábia Saudita coloca fim ao embargo da carne bovina brasileira

Bom dia Seguidores,

Excelente notícia !

A Arábia Saudita colocou fim ao embargo da carne bovina in natura brasileira. A medida foi oficializada nesta segunda-feira (9) durante reunião entre a ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e CEO da Autoridade Saudita de Alimentos e Medicamentos (SFDA), Doutor Mohammed Al-Meshal, que assinaram novo modelo de Certificado Sanitário Internacional.

Com a abertura, o setor estima que o Brasil tem potencial para exportar 50 mil toneladas de carne bovina ao ano, com valor estimado em US$ 170 milhões. O decreto, de acordo com o CEO, será publicado nesta segunda-feira pelo Reino da Arábia Saudita, levantando o embargo imediatamente. O país suspendeu a compra de carne bovina brasileira em 2012, após um caso atípico de doença da vaca louca em 2012… (AGRICULTURA)

Brasil enviará mais informações à Arábia Saudita para retomar exportação de carne bovina

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Bom dia Seguidores,

O governo brasileiro está trabalhando para aumentar as exportações de carnes. E tem muito trabalho pela frente para aumentar as exportações de produtos manufaturados e semi-manufaturados.

@AnaPaulaPaixãoMartins

Técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) começaram a coletar, esta semana, as informações solicitadas pelas autoridades sanitárias da Arábia Saudita para voltar a importar carne bovina brasileira, inclusive os derivados do produto.  Eles também analisaram com os sauditas a possibilidade de ampliar o comércio de carne de aves do Brasil para aquele mercado.

http://www.agricultura.gov.br/comunicacao/noticias/2015/06/brasil-enviara-mais-informacoes-a-arabia-saudita-para-retomar-exportacao-de-carne-bovina

Arábia Saudita avalia reabertura do mercado à carne bovina brasileira

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Bom dia Seguidores,

O Brasil pretende voltar a exportar carne bovina em breve para a Arábia Saudita e outros países.

@AnaPaulaPaixãoMartins

Autoridades sanitárias da Arábia Saudita estão, nesta semana, em visita oficial ao Brasil para avaliar a reabertura daquele mercado à carne bovina “in natura” e enlatados brasileiros, inclusive seus derivados, e também para tratar da ampliação da compra de carne de aves.

Representantes daquele país se reuniram, nessa segunda-feira (1º), com técnicos do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipoa), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e acertaram detalhes do roteiro da visita.

A Missão Veterinária da Saudi Food and Drug Authority (SFDA) vai visitar os estados do Pará, de Mato Grosso e Pernambuco para avaliar a atual condição de estabelecimentos de carne bovina. No roteiro, estão previstas visitas a duas fazendas, um laboratório e seis frigoríficos.

http://www.agricultura.gov.br/animal/noticias/2015/06/arabia-saudita-avalia-reabertura-do-mercado-a-carne-bovina-brasileira

Brasil volta a exportar carne à China em junho

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Bom dia Seguidores,

Excelente notícia ! Também deverá exportar carne para a Arábia Saudita, Iraque, África do Sul, Japão e Estados Unidos da América.

@AnaPaulaPaixãoMartins 

Maiores informações em:

CORREIO DO POVO

http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/555775/Brasil-volta-a-vender-carne-a-China-em-junho-

Arábia Saudita suspende importações de carne bovina brasileira por “vaca louca”

iSTO É DINHEIRO

Bandeira da Arábia Saudita

“A Arábia Saudita suspendeu “provisoriamente” as importações de gado do Brasil devido a um caso da doença da “vaca louca” no país, anunciou nesta segunda-feira o ministério da Agricultura.

Em um comunicado publicado pela agência oficial de notícias Spa, o ministério saudita afirma que esta medida foi decidida após um alerta da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) sobre a detecção de um caso de vaca louca no estado de Mato Grosso.

Para ler a notícia completa acesse:

http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/economia/20140519/arabia-saudita-suspende-importacoes-carne-bovina-brasileira-por-vaca-louca/155705.shtml

Carne bovina brasileira segue embargada na Arábia

Bom dia Seguidores ! A situação da carne bovina brasileira é das piores ! Muitos problemas oriundos de doenças, hormônios, etc. A solução pelo que tudo indica está distante !

@Ana Paula Paixão

AGÊNCIA DE NOTÍCIAS BRASIL- ÁRABE

Publicada em 28-03-2014.

A Arábia Saudita ainda não suspendeu o embargo à importação de carne bovina brasileira um ano e três meses após o governo brasileiro ter anunciado que um animal do rebanho do estado do Paraná, morto em 2010, era portador do agente causador da encefalopatia espongiforme bovina, o mal da vaca louca, sem, no entanto, ter desenvolvido a doença; e dez meses depois da Assembleia Mundial de Delegados da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) ter confirmado a manutenção do status do Brasil como de “risco insignificante” para a moléstia.

O embargo foi tema de reuniões que o diretor-geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby, teve esta semana em Riad, a capital saudita. Ele conversou com o embaixador do Brasil no país árabe, Flávio Marega, com o conselheiro comercial da embaixada, José Renato Ruy Ferreira, com outros integrantes do Setor Comercial da representação diplomática e com importadores locais.

Executivos do grupo Abdullah Al Otheim Markets, cadeia de supermercados com 123 lojas espalhadas pelo país, informaram, segundo Alaby, que a empresa era tradicional importadora do produto brasileiro, mas foi obrigada a recorrer a outros fornecedores por causa do bloqueio.

Este e outro grupo importador visitado por Alaby afirmaram que esperam que os brasileiros sejam mais agressivos em relação aos seus mercados. Com a falta da carne do Brasil, as empresas se viram obrigadas a ampliar as importações de países como Índia, Paquistão e Austrália.

Em conversas com diplomatas, o diretor-geral ouviu que sem pressão dos importadores dificilmente haverá rapidez na liberação por parte das autoridades sauditas, mas são necessárias também ações do governo e dos exportadores brasileiros. Segundo Alaby, o Brasil ainda não enviou informações sobre o caso solicitadas pelo país árabe.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), as exportações brasileiras de carne bovina renderam US$ 158 milhões em 2012, mas caíram para apenas US$ 203 mil no ano passado.”

 

http://www.anba.com.br/noticia/21863327/agronegocio/carne-bovina-brasileira-segue-embargada-na-arabia/

Arabia Saudí arresta a miles de inmigrantes irregulares tras el fin de la amnistía

 

EL PAÍS

 

“Miles de inmigrantes en situación irregular han sido detenidos desde el lunes en Arabia Saudí al concluir la amnistía de medio año dada por las autoridades. Durante ese tiempo, han salido del país cerca de un millón de trabajadores extranjeros y otros cuatro millones han logrado arreglar sus papeles. Pero se estima que aún hay decenas de miles que corren el riesgo de ser deportados sin contemplaciones. La medida, cuyo objetivo es liberar puestos de trabajo para los ciudadanos saudíes, ha puesto de relieve la existencia de un enorme mercado negro de obreros.

Un total de 3.918 extranjeros sin el permiso pertinente fueron detenidos el lunes en Yeddah, la segunda ciudad del país, y sus alrededores, según un portavoz policial citado este martes por el diario Arab News. El número se duplica al sumar los detenidos en otras zonas del país con 2.200 más en Samta, 379 en la Provincia Oriental, 300 en Mediha y varios centenares más en otras localidades.

“Queremos que los extranjeros permanezcan en el reino de forma legal”, declaró el vice ministro de Trabajo Mufrej Bin Saad al Haqbani el domingo por la noche al anunciar el fin de la amnistía. Al Haqbani explicó que los inspectores de trabajo van a visitar establecimientos comerciales, obras, empresas de mantenimiento, tiendas, restaurantes, cafeterías y otros sectores en los que la mano de obra extranjera es habitual. “Comprobarán que sus identidades coinciden con sus papeles de trabajo para asegurarse de que están dentro de la legalidad”, añadió.

Los irregulares que tanto preocupan a las autoridades no son necesariamente personas que hayan entrado de forma ilegal en el país, aunque también los haya. Algunos han sobrepasado su visado, pero la mayoría son trabajadores que fueron contratados bajo el patrocinio de un empleador para un puesto determinado y que luego han cambiado de actividad o se han instalado por su cuenta. Durante décadas, el Gobierno ha hecho la vista gorda hacia esas irregularidades, lo que ha dado lugar a un mercado negro que abastecía de obreros a bajo precio y un jugoso negocio paralelo de sobornos a los sponsors (los empleadores originales) que cobraban por renovar los papeles a alguien que ya no trabajaba para ellos.

Con las nuevas medidas, los responsables esperan reducir el número de inmigrantes, un tercio de los 27 millones de habitantes y la mitad de la fuerza de trabajo, además de favorecer el empleo de los ciudadanos saudíes cuya tasa de paro ronda el 12,5%. Sin embargo, no está claro cómo va a lograrse es objetivo cuando la mayoría de los extranjeros son obreros sin cualificar y empleados domésticos, actividades que la población local rechaza, mimada como está por el Estado de bienestar que proporciona el petróleo.

De hecho, cuando el pasado marzo se anunció la normativa, los analistas advirtieron del impacto negativo que supondría para la economía la salida simultánea de decenas de miles de extranjeros, sobre todo en el sector de la construcción. Se calculaba entonces que hasta dos millones de inmigrantes carecían de permiso de trabajo y residencia. Pero muchos más estaban trabajando en ocupaciones distintas a las que figuraban en sus papeles. De hecho, la amnistía de tres meses que se dio inicialmente para que regularizaran su situación tuvo que extenderse tres meses más porque ni las embajadas ni las oficinas de inmigración daban abasto para atender las solicitudes.

Muchos han quedado atrapados sin posibilidad de regularizar su situación ni pasaportes o visados de salida. Arab News cuenta que 3.000 indonesios se han congregado en un conocido cruce de Yeddah para protestar por la imposibilidad de arreglar sus papeles a tiempo. Es frecuente que carezcan de pasaportes porque quienes les contrataron inicialmente los retuvieron, según una práctica frecuentemente criticada por las organizaciones de derechos humanos, y no se los han devuelto.

Resulta significativo que desde el lunes muchas de las obras y lugares donde trabajan inmigrantes estén casi desiertos. Pero también hay escuelas que permanecen cerradas porque sus responsables no han logrado arreglar los papeles de sus profesores, a menudo hijos o esposas cuyos visados avala el cabeza de familia en vez del empleador. La prensa local se hace eco de inmigrantes que han optado por no salir de casa para evitar las anunciadas redadas de la policía. Quienes no tengan los papeles en regla se arriesgan a la detención, hasta dos años de cárcel o una multa de 100.000 riales (unos 20.000 euros) y la deportación.”

http://internacional.elpais.com/internacional/2013/11/05/actualidad/1383663779_618475.html